21 de maio de 2012

Poesia numa monótona Segunda

Hey!

Semana começou quente,ainda não esta muito calor,então ainda estou gostando bastante do tempo,roupas quentes mas não tão quentes assim,uma animação singular que me deixou feliz e com algumas ideias em mente,a escolha do poema de hoje foi bem difícil,eu tinha muitos pra escolher e fiquei em dúvida várias vezes,mas depois de muito escolher encontrei um que me satisfez com sua beleza.

Soneto 23


Como no palco o ator que é imperfeito
Faz mal o seu papel só por temor,
Ou quem, por ter repleto de ódio o peito
Vê o coração quebrar-se num tremor,

Em mim, por timidez, fica omitido
O rito mais solene da paixão;
E o meu amor eu vejo enfraquecido,
Vergado pela própria dimensão.

Seja meu livro então minha eloqüência,
Arauto mudo do que diz meu peito,
Que implora amor e busca recompensa

Mais que a língua que mais o tenha feito.
Saiba ler o que escreve o amor calado:
Ouvir com os olhos é do amor o fado.


William Shakespeare

Love,kisses & rockets
da Mandy

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