4 de junho de 2012

Poesia numa monótona Segunda

Hey!

Depois de um fim de semana bem legal,nada melhor do que começar a semana melhor ainda,em parte,preciso ressaltar isso,alguns acontecimento recentes me deixaram um tanto chateada,mas desta vez farei o oposto do costumeiro,vou deixar passar e ver até onde isso se estende,deixar a coisa fluir até que eu seja realmente envolvida nela,e só assim tomar minha posição definitiva,mas como acredito que algo assim vá demorar um tempo,se meu conhecimento nisso estiver correto,vou me preocupar em ocupar meu tempo com outras coisas mais agradáveis;sobre o poema de hoje não é há muito o que ser dito além dos versos descritos,encontrei esse num livro perdido entre os muitos que possuo,mas definiu sem igual muitos momentos e coisas pelos quais já passei.
Última Página

Mais uma vez o tempo me assusta.
Passa afobado pelo meu dia,
atropela minha hora,
despreza minha agenda
Corre prepotente
a disputar lugar com a ventania.
O tempo envelhece e não se emenda.

Deveria haver algum decreto
que obrigasse o tempo a desacelerar
e a respeitar meu projeto.
Só assim, eu daria conta
dos livros que são se empilhando,
das melodias que estão me aguardando,
das saudades que venho sentindo,
das verdades que venho mentindo,
das promessas que venho esquecendo,
dos impulsos que sigo contendo,
dos prazeres que chegam partindo,
dos receios que partem,voltando.

Agora, que redijo a página final,
percebo o tanto de caminho percorrido
ao impulso da hora que vai me acelerando.
Apesar do tempo e sua pressa desleal,
agradeço a Deus por ter vivido,
amanhecer e continuar teimando.

Flora Figueredo

Love,kisses & rockets
da Mandy

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