24 de julho de 2013

A curiosidade NÃO mata o leitor

Hey!

Ler é muito bom e divertido, e agora nas férias é melhor ainda, e ultimamente com o friozinho que está fazendo, não há época melhor, deitar embaixo das cobertas e ficar na companhia de um bom livro. Mas além de ler as história é saber sobre autores, curiosidades e tudo que há por trás dos livros e sua criação, e eu adoro saber sobre essas coisas, sempre que posso faço uma pesquisa rápida sobre o livro que li/estou lendo, sobre o autor e outras de suas obras, e esses dias passeando por alguns blogs eu me deparei com uma matéria bem interessante, sobre curiosidades literárias, e várias delas eu não sabia, apenas algumas, mas foi legal reler, e aprender coisas novas sobre os livros e seus criadores, então aqui vão as curiosidades.


1 – O título original de Fahrenheit 451 era “O bombeiro”

Ray Bradbury e seus editores acharam que “O bombeiro” era um título muito chato, então ligaram para o corpo de bombeiros local e perguntaram em qual temperatura o papel queima. O bombeiro que atendeu a ligação pediu que Bradbury esperasse, enquanto queimava um livro, então voltou ao telefone e disse a temperatura.



2 – (…) e Bradbury também escreveu o roteiro da adaptação de 1956 para Moby Dick.

Bem como outros roteiros de filmes e contos e romances que foram adaptados para o cinema.





3 – Dom Quixote é o romance de maior vendagem de todos os tempos, tendo vendido mais de 500 milhões de cópias.

No caso é o ROMANCE mais vendido. Mas se for levar em conta o LIVRO mais vendido, então, é a Bíblia mesmo.



4 – Edgar Allan Poe queria um papagaio para repetir a sentença Nunca Mais (Nevermore), no poema “O Corvo”.

Ainda bem que o poeta louco não havia perdido de tudo seu juízo e disse que o papagaio não transmitia o tom de melancolia do poema e então decidiu pelo famoso Corvo.



5 – Lolita, de Vladmir Nabokov, teve a princípio sua publicação recusada.

O romance era tido como tão controverso que apenas uma editora (Olympia Press) o quis publicar. Três anos depois, quando o livro já era um hit, outras invejosas mudaram de ideia.



6 – Charles Dickens acreditava em coisas sobrenaturais

Inclusive, o escritor inglês fazia parte de algo chamado O Clube Fantasma. Era também grande fã de hipnose.



7 – O personagem principal da Trilogia Cósmica, livros de ficção de C.S. Lewis, foi baseado em J.R.R. Tolkien.

Amigo e companheiro de trabalho, J.R.R. Tolkien é também conhecido por escrever O Hobbit. E a trilogia de O Senhor dos Anéis. E Silmarillion. E de criar o mundo chamado Terra Média. E de inventar um idioma com gramática, grafia e fonética particular.



8 – “… então, editor, eu até escrevi, mas meu cachorro comeu o livro”.

O primeiro manuscrito de Ratos e Homens foi literalmente comido por Toby, cachorro de John Steinbeck, escritor do livro. Uma noite, ele deixou o cachorro sozinho em casa e quando voltou, este havia comido parte importante do trabalho. Steinbeck, em um telefonema com seu agente, disse: “eu fiquei bem irritado, mas o pobrezinho deve ter feito isso em um momento crítico”.



9 – Anna Karenina tem mais de 800 páginas, mas foi publicado originalmente de forma seriada.

Entre os anos de 1873 e 1877, a Russian Messenger publicou o livro de forma seriada. Porém, desde que as visões políticas de Leo Tolstói, escritor da obra, divergiram das do editor, houve a interrupção e a obra só saiu por completo na forma de livro. Este tipo de publicação seriada era comum na época e mesmo nosso Machado de Assis lançou célebres livros dessa forma (Dom Casmurro, Quincas Borba, Memórias Póstumas…).



10 – Gabriel García Márquez se recusa a permitir que Cem anos de solidão seja adaptado para o cinema.

Fato engraçado, já que diversos de seus trabalhos já viraram filmes em outras ocasiões. Gabo afirma que a razão é que “eles colocariam alguém como Robert Redford para estrelar no filme, e a maioria de nós não tem parentes que se pareçam com Robert Redford”.



11 – O sol é para todos é o único romance de Harper Lee, mesmo ele tendo ganhado um prêmio Pulitzer.

O livro permaneceu 88 semanas nas listas de best seller. Mesmo assim, a escritora decidiu não escrever mais nada. Na época, havia entregado o livro aos editores já contando com a rejeição. Atualmente, vive em Monroeville, Alabama, e alega estar escrevendo suas memórias.



12 – A primeira edição de A fantástica fábrica de chocolate foi publicada em 1964 e era bastante racista.

Um exemplo: os Oompa-Loompas eram descritos como negros e pigmeus, vindos “da mais profunda e escura parte da África, onde nenhum homem branco jamais esteve antes.” Além disso, o menino Charlie é originalmente descrito pelo escritor Dahl como “um pequeno menino preto.” [tradução de “ a small negro boy”, sendo negro um termo considerado pejorativo na língua inglesa].



13 – O livro Ardil 22 demorou oito anos para ser concluído.

O processo de escrita começou em 1953, quando Joseph Heller pensou nas primeiras linhas. Levou uma semana para enviar o primeiro capítulo para seu agente. Depois de terminar o terceiro, o agente já havia começado a solicitar editoras e a “Simon and Schuster” resolveu publicar. Então demorou apenas oito anos para Heller o entregar.



14 – Devido à repercussão de seu único romance, O apanhador no campo de centeio, J.D. Salinger se viu forçado a se esconder.

Em 1951, dois anos depois de o livro ser publicado, Salinger se isolou na cidade de Cornish, New Hampshire. Depois de ter dado uma entrevista para um jornal local, ele se tornou uma grande sensação da cidade, o que lhe causou tanta raiva que raramente falou em público depois disso.



15 – Ernest Hemingway detestou a capa original de O grande Gatsby.

Mesmo sendo considerada icônica, quando Fitzgerald emprestou uma cópia do livro para Hemingway, ele detestou imediatamente. Fitzgerald o assegurou que se começasse a ler o livro, a entenderia mais claramente.



16 – O manuscrito de Paris é uma festa estava “perdido” no porão do Ritz Hotel, em Paris.

Em 1928, Ernest Hemingway guardou dois baús, que continham cadernos com relatos dos anos vividos em Paris. Então, em 1956, Hemingway recuperou os baús e os compilou na forma de suas memórias. O produto final só foi publicado três anos depois de sua morte.



17 – O senhor das moscas já serviu de inspiração para diversas plataformas.

A última faixa do primeiro álbum da banda U2 leva o nome de um dos capítulos do livro Shadows and Tall Trees. O livro já foi adaptado, também, duas vezes para o cinema e é amplamente utilizado em escolas norte-americanas.



18 – Orgulho e Preconceito iria se chamar “Primeiras Impressões”.

Quando o romance foi inicialmente rejeitado pelos editores, Jane Austen fez significantes modificações, entre elas a troca do título. As revisões foram feitas entre os anos de 1811 e 1812.




19 – O monstro em Frankenstein não tem nome.

Essa é mais velha que andar para frente, mas, na verdade, Frankenstein é o nome do cientista que cria o monstro. Durante a leitura do livro, há apenas uma cena em que Shelley, a escritora, se refere a ele como Adam.



20 – O livro Onde vivem os monstros iria se chamar “Onde vivem os cavalos”.

O motivo do título ter sido trocado é que Maurice Sendak não conseguia desenhar cavalos. Então, quando o editor perguntou o que ele conseguia desenhar, ele disse “monstros”. “Monstros” foi exatamente o que entrou para o livro.


Depois de ler essas curiosidades eu fiquei ainda com mais vontade de ter e ler vários dos livros mencionados ai, já vou começar minha busca pelas compras.

Fonte: Blog

Love,kisses & rockets
da Mandy

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